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25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Entre os dias 03 e 12 de Agosto aconteceu a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anhembi. O evento contou com diversos expositores, várias atividades culturais, palestras e espaços voltados para autores independentes.

Eu estive na Bienal na segunda, dia 06 e no sábado, dia 11, nesse texto vou falar um pouco sobre o que eu achei da bienal de 2018.

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Estande da Intrínsica

Já há alguns anos que eu freqüento o evento e eu já tinha percebido que ir em dia de semana é bem melhor do que ir no final de semana e esse ano não foi diferente.

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Universo dos Livros

Na segunda feira, tava super tranqüilo, andamos tranqüilas e conseguimos ir em todos os lugares que queríamos. Ainda conseguimos tirar fotos nos vários lugares que tinham essa opção. Também foi bem tranqüilo pegar o ônibus gratuito que sai da estação do Tiete, embora eles estivessem deixando algumas pessoas irem de pé e logo na saída do metrô, tinha um pessoa de agência de viagens, que eu acredito não tinha nada a ver com o ônibus da bienal, coletando dados das pessoas que chegavam.

Já no sábado, a bienal estava um inferno, as filas estavam enormes, inclusive a do ônibus gratuito, que dava volta no quarteirão e por isso, acabamos nem usando. E aparentemente, não fomos as únicas a pensarmos assim, já que o preço do Uber estava caríssimo, e o transito para chegar no Anhembi, uma loucura.

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Muito Stephen King na Companhia das Letras, mas tudo caro

Dentro da bienal, por sua vez, teve muitos estandes que eram impossíveis de entrar, principalmente os de editoras mais famosas, como Rocco, Intrínseca, Panini e da Submarino, que estava vendendo livros da DarkSide e aonde teve uma sessão de autógrafos com a Ilana Casoy (que eu gostaria muito de ter participado, mas que estava difícil).

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Vitrine de Alice no país das Maravilhas, da Rocco

Não acho que nada disso seja culpa da organização do evento, é só que muita gente vai no final de semana mesmo, e é bom ver que cada vez mais gente se interessa pelo evento.

Agora em relação aos preços da bienal, como todo ano, não estavam muitos bons. Algumas editoras tinham alguns livros em promoção, mas mesmo assim, os preços não estavam bons, já outras editoras tinham livros por 9 e até 5 reais, a intrínseca e a sextante eram dois exemplos delas e a Madras liberou uma promoção de 50% de desconto no meio da tarde de domingo.  Além disso, a editora Autografias estava literalmente dando o livro Palavreiras, que é uma coletânea de contos e poemas de diversos autores, alguns dos autores estavam lá e autografaram o meu livro.

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A Companhia das Letras separou uma parte só para livros LGBTQ+

Os lugares aonde estava valendo mais a pena comprar era nos estandes de distribuidores, lá a maioria dos livros tava saindo por 10 ou 20 reais, inclusive alguns livros que estavam no estande das editoras. Para quem acompanha o preço dos livros, a sensação que dava é que alguns livros estavam até mais caros do que nas livrarias.

O mesmo pode ser dito da comida, que também estava bem mais cara do que do lado de fora.

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O livro Palavreiras, da editora Autografia

De uma maneira geral, o evento estava bem organizado, os banheiros eram grandes e razoavelmente limpos, e a programação estava bem legal, com diversas opções de autógrafos, palestras e outros eventos, também gostei do cuidado que cada estande teve, todos muito bonitos e bem pensados e acho que a bienal é uma ótima forma de estimular a leitura, especialmente para as crianças, porque é uma reunião de diversas pessoas que gostam de ler, mas como sempre, os preços ficam a desejar e eu só recomendo comprar no evento, se você acompanha os preços de livro normalmente, se não você vai acabar pagando mais caro e ainda tendo o trabalho de carregar o livro para a sua casa.

O legal da bienal nem é tanto comprar livros, mas é ver as novidades, ver aquele autor que você gosta, tirar fotos nos estandes e se divertir dessa maneira.

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Intrínseca

 

 

Créditos das imagens: Fernanda Cavalcanti, Veri Luna, Thais Saccomano

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