Listas, série

5 séries documentais sobre crimes reais – parte III

1- Crime em Oslo (2019): Em 24 de abril de 1974, Anni Nielson Iranzo foi encontrada brutalmente assassinada, na sala de sua casa, em Oslo, sua filha, Maria, de quatro anos, foi a única testemunha do crime.

A investigação mobilizou uma série de países, mas o caso nunca foi resolvido. Quarenta e oito anos depois, Maria resolve começar a sua própria investigação, onde ela entra em contato, inclusive com alguns suspeitos.

Como Assassinato em Middle Beach, Crime em Oslo, é uma mistura de investigação com memórias da própria Maria.

2 – Um Crime Brutal: O assassinato de Jessica Chambers (2018): No dia 6 de dezembro de 2014, um caminhoneiro viu um incêndio em uma estrada do Mississippi, ele avisou a emergência e quando os bombeiros chegaram encontraram um carro pegando fogo e uma mulher, que estava coberta de chamas, usando apenas suas roupas intimas.

A mulher, que mais tarde foi identificada como Jessica Chambers, de dezenove anos, foi socorrida, mas morreu logo depois, no entanto, antes disso conseguiu pronunciar o nome de quem teria feito isso com ela, segundo os bombeiros, Jessica pronunciou “Eric’ ou ‘Derek”.

A polícia, no entanto, não conseguiu ligar ninguém com nenhum desses nomes ao caso e quem acabou acusado foi Quinton Tellis, um amigo de Jessica.

Um Crime Brutal: O assassinato de Jessica Chambers entrevista a família da vítima e reinvestiga o caso, buscando entender o que aconteceu naquele dia.

3- Cena do crime: mistério e morte no Hotel Cecil (2021): O Hotel Cecil localizado em Los Angeles, é famoso por sua história macabra, repleta de assassinatos, suicídios e tragédias. Nos anos 80, o serial killer Richard Ramirez, também conhecido como Night Stalker, talvez tenha se hospedado lá e existe um boato de que Elizabeth Short, a Dália Negra, foi vista pela última vez no hotel – na verdade, ela foi vista pela última vez no bar do Millennium Biltmore Hotel -, antes de ser assassinada.

Mas possivelmente o caso mais famoso envolvendo o Hotel Cecil é o caso de Elisa Lam, que é o assunto da série. Elisa Lam se hospedou no hotel em 2013, enquanto viajava pela costa oeste dos Estados Unidos. A viagem era uma espécie de retiro, uma vez que Elisa sofria de depressão e estava indo mal na faculdade.

Elisa pretendia sair do hotel no dia 31 de janeiro, mas ela desapareceu nesse dia. O caso ganhou uma repercussão enorme quando divulgaram um vídeo que mostrava Elisa entrando no elevador, apertando uma série de botões, gesticulando muito, se comportando de maneira estranha e aparentemente, fugindo de alguém. Cinco dias depois, os hóspedes do hotel começaram a reclamar da pouca pressão da água, do gosto da água e até que a água estava saindo escura. O hotel então, inspecionou a caixa d’água e encontro o corpo de Elisa lá.

Os acontecimentos estranhos e a morte ainda mais esquisita de Elisa, além da fama do hotel, fizeram com que uma série de teorias sobre a morte fossem criadas. Cena do crime: mistério e morte no Hotel Cecil começa como uma série investigativa, mas aos poucos segue outros caminhos, por isso, pode não agradar quem espera uma investigação nos termos mais clássicos, embora ainda traga informações importantes.

4 – Night Stalker: Tortura e Terror (2021): Nos anos 80,Los Angeles foi aterrorizada por uma série de ataques e assassinatos, que eram tão diversos nos seus métodos, vítimas e até armas, que nem pareciam ter sido perpetuados pelo mesmo autor. Entre as vítimas estavam homens, mulheres e crianças, de seis até os oitenta anos, vindo de classes sociais e bairros diferentes.

Night Stalker: Tortura e Terror investiga os crimes de Richard Ramirez e é interessante justamente porque parece quase impossível não só os relacionar, como também prender uma pessoa cujo modus operandi e os perfis das vítimas quase nunca se repetem.

5 – O Estripador (2020): Entre 1975 e1980, um serial killer agiu no norte da Inglaterra. Suas vítimas eram prostitutas, e ele matou treze mulheres e feriu mais quatro. Devido a semelhança do caso com Jack, o Estripador – que também matava prostitutas – o serial killer ficou conhecido como o Estripador de Yorkshire, mas seu nome verdadeiro era Peter Sutcliffe.

A série apresenta os acontecimentos e traz à tona uma importante conclusão: o alvo de Sutcliffe não eram as prostitutas e sim, as mulheres de uma maneira geral, as prostitutas são apenas, o alvo mais fácil de serial killers que caçam mulheres porque estão em posições mais frágeis: muitas não tem contato com a família, por isso demoram a serem procuradas, trabalham a noite, e entram no carro de qualquer pessoa que requisite seus serviços. O mesmo, naturalmente, se dá com boa parte do serial killers que matam prostitutas, trazendo a tona ainda o estudo que acredita que os crimes cometidos por esses tipos de serial killers – que são a maioria – são motivados por misoginia, muito mais do que por uma psicopatia pregressa.

Sutcliffe foi preso em 1989 e morreu na cadeia em 2020, vítima do Covid-19.

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